Eu lembro que comecei a jogar Counter Strike há uns 5 anos atrás, abriu uma lan house perto de casa, e os meus amigos me chamaram pra ir lá. Nunca pensei que viciaria tanto no jogo.

Eu guardado o dinheiro do lanche a semana inteira, para na sexta-feira, ficar jogando a tarde inteira na lan-house, escondido da mãe. "Mãe, vou jogar bola!" e lá ia eu pra lan-house.

Comprei o jogo e comecei a jogar em casa, até hoje tenho o STEAM instalado aqui e jogo às vezes, mas não como antes.

Quem quiser conhecer a habilidade desse que vos escreve entre nos servidores do terra, mas acho que poucos me verão, pois antes de me verem já terão tomado headshot. :D Procurem por Reru.

Pois bem, saiu uma nota nas mídias de que o Counter-Strike foi proíbido no Brasil. A decisão, tomada por um juiz da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais em outubro, começou a ser cumprida só na quinta-feira (17), em Goiás, pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), de acordo com a assessoria de imprensa do órgão.

Vejam a nota da Folha Online:

A venda dos jogos Counter Strike e EverQuest está proibida em todo território nacional.

Para o juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz, responsável pela medida, os jogos "trazem imanentes estímulos à subversão da ordem social, atentando contra o estado democrático e de direito e contra a segurança pública, impondo sua proibição e retirada do mercado".

Diante disso, a Justiça proibiu a distribuição e comercialização de "livros, encartes, revistas, CD-ROM, fitas de videogame (sic) ou computador" desses jogos. A multa para a infração é de R$ 5.000.

Em cumprimento à determinação judicial, o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), órgão ligado ao Ministério da Justiça, enviou um ofício aos Procons estaduais e municipais pedindo que os órgãos fiscalizassem a venda e distribuição do Counter Strike e EverQuest.

Desde ontem o Procon de Goiás está tentando apreender os jogos. Não foram encontradas unidades dos produtos à venda.

Segundo Antonio Carlos de Lima, superintendente do Procon de Goiás, isso ocorreu porque os jogos em questão são vendidos na internet, por meio de download. Lima afirma que tomou conhecimento de algumas lojas on-line que disponibilizam os games e que elas serão notificadas para que as vendas sejam encerradas.

De acordo com o superintendente, como a Justiça não proibiu o uso dos jogos –apenas a comercialização–, as lan houses não estão obrigadas a deletá-los.

"Estamos notificando as lan houses de uma decisão judicial. Jogar ou não depende de um critério moral de cada pessoa e de cada família, já que os jogos são proibidos para menores de 18 anos", afirma.

Nota do blogueiro: Há tantas coisas proibidas que vemos sendo feita por aí. Creio que essa medida não passará dos papeis. Daqui umas duas semanas vou no supermercado, e vou tirar uma foto do "Counter-Strike" nas prateleiras sendo comercializados.


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